quarta-feira, 13 de maio de 2015

Outono Conectado em todos os tons de cinza!

As nuvens encerram os edifícios em Porto Alegre.
Se vê um véu grande sobre arranha-céus!
O chá ferve e sua fumaça se mistura a da natureza;
Tudo é cinza,
Tons de cinza
Outono que traz cinzas sobre as estações está a todo vapor!

terça-feira, 14 de abril de 2015

Arambaré Tekò Porã - Bem Viver em Todas as Estações!

Muito lindo, quem conhece vai se emocionar e todos vão se apaixonar pelo Bem Viver - Tekò Porã - Uma energia boa desta terra desta gente da Lagoa! Curta e divulgue esta energia!

Tekó Porã: http://youtu.be/_-ssr_tMCRA

quarta-feira, 8 de abril de 2015

A EMATER CONECTADA AO AMOR!

A EMATER PRECISA DE AMOR!
  
Sempre é assim, quando inicia um governo a burocracia fazendária entra no  jogo para recolocar o orçamento herdado mais próximo da estratégia dos que ganharam a eleição. Assim surge a política da “ herança maldita”. Nos primeiros 100 dias de governo,  os políticos dão o tom da desgraça, enquanto os técnicos aprontam os ajustes e sugerem cortes nos que se apresentam mais frágeis do centro de poder. Este é o momento mais delicado e perigoso de uma política bem estruturada, como é o caso da EMATER perder espaço para outras políticas de governo.

A EMATER é uma instituição amada pelos gaúchos e funciona muito bem, gratuitamente atende milhares de Agricultores Familiares. A sua essência, é a palavra dita, é a presença dos técnicos nas casas dos agricultores.  Para isso precisa de pessoas, estrutura e obviamente de algum recurso público.

A EMATER já não conta com a Secretaria da Fazenda para as despesas com gasolina, telefone, alugueis e nem mais para compra de carros e computadores, para isso, existem outras fontes de recursos.

Quando sugerem cortar recursos do Tesouro do Estado para a EMATER atingem a folha de pagamento, indicam demissões de empregados e apequenam a Extensão Rural.

Por conta disso o Governante precisa ser convencido, pelos que conhecem o serviço, da importância da  EMATER para a vida da Agricultura Familiar.

Com certeza não será a demissão de técnicos da Emater que fará diferença no ajuste das contas do Estado. Pode a economia fazer a diferença no ordenamento do orçamento, se estes recursos forem repassados para outros setores. Como por hipótese, para os salários dos Técnicos da Fazenda em forma de compensação por aumento da arrecadação. Ou para uma outra carreira de estado que represente mais, para os que neste momento, estão com a caneta e a calculadora na mão. 

Neste momento os que AMAM a EMATER precisam chegar junto ao coração do Sartori, ao núcleo de poder, e convencê-los que a EMATER precisa de MAIS e não de MENOS.  

Lembro dos Governadores Simon, Olívio e recentemente Tarso que investiram na EMATER com convicção. Mas de todos os ex Governadores, o mais contundente, foi o Dr Collares,  que passou de crítico a apaixonado e  que  anunciava: “a Emater é a menina dos meus olhos, ninguém mexe com ela”.

É disso que precisamos de AMOR a EMATER! 



sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Conectado com o Veraneio





 VERANEANDO  NA VELHA CLASSE MÉDIA.

No tempo de criança, longe da escola, o momento para brincadeiras sem hora de terminar. Na adolescência, festas intermináveis, muito sol e divertidos banhos. Na juventude, casas alugadas com os amigos, muita fome, cerveja, sono e namoros mais sérios. Na fase adulta, churrascos,restaurantes, filhos na praia e o vai e vem, o traz e leva pra todos os lados.
Para um ser de classe média, gaucho e brasileiro, e, de estatura mediana o veraneio tem tudo a ver com a praia. O momento de trocar a rotina da cidade pela rotina da praia. Trocar os ares,reeencontar a simplicidade, solidariedade da vizinhança, da conversa fiada, das caminhadas noturnas, das brincadeiras de criança, da bicicleta, da pescaria, do chimarrão e das praças. Um outro tempo, diferente daquele do dia a dia de quem mora, estuda e trabalha em cidades que não são praias.
Um tempo de descanso e de convivência com a tua família e a dos outros. Um tempo sem horários rígidos, boas leituras, caminhadas e de grandes descobertas. Veraneio bom termina com livros lidos e/ou iniciados, pele queimada do sol, uns kilos a mais, cabelos compridos e rebeldes, sola do pé cascuda, alergia a calça comprida e sapato, muitas histórias replicadas e uns trocados a mais no negativo do banco.
Mas hoje parece que as coisas estão mais esquisitas o tempo é mais rápido, circulamos mais de carros, enfrentamos filas e congestionamentos com normalidade, as portas das casas estão sempre fechadas, gradeadas, edificadas, ruas asfaltadas, pessoas conectadas em redes, segurança privada, assaltos, energéticos com vodga,funk,sertaneja e pagode, poucos vizinhos afetivamente próximos e todos permanentemente estimulados ao consumo de tudo.
As oportunidades do veraneio tranformoram o balneário em produto retirando o charme da vida tranquila, do silêncio, da vida simples, da convivência que o diferenciava do urbano, e assim a cidade foi consumindo o balneário.
Hoje, o conceito de conforto associado ao de consumo, o de ostentação ao de bem sucedido e o da multidão ao sucesso do empreendimento socializaram o modo de vida consumista.
Parece que o tempo de descanso, da quebra da rotina, da preguiça faz parte do passado de uma estória. Um tempo que adormeceu em algum canto qualquer em terrenos baldios que já não existem mais.
Somos cada vez mais produtos de consumo de vida e cada vez mais somos mercadorias em diferentes lugares, o mundo está cada vez menor e nós cada vez mais iguais.

Paulo Mendes Filho
Curioso

sábado, 3 de janeiro de 2015

Conectado em produção orgânica!

Feira Ecológica do Bom Fim, assim que chamo. Iniciando o ano, mas durante o ano será em todos os sábados...alimento orgânico sem veneno é bem melhor e com muito mais valor quando comprado de forma direta dos agricultores. Em 2015 - Viva, Viva Bem e Viva Melhor!